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Mostrando postagens de Janeiro, 2011
o poema é a chance de não ver beleza o próprio poeta que em tudo quer pôr alumbração: se toca, que bobagem,
Não vê que há só desapontamento nos olhos dos demais; justo você, sempre o primeiro a resmungar,
por que abre tamanha exceção?
empaco um poema por máquina de escrever, divido comigo mesmo um apartamento dois dormitórios: no maior há um monte delas algumas com uma única letra minúscula pressionada contra a margem esquerda sem pauta, outras se equilibram por sobre pilhas numeradas à mão (mentira); no outro, a cama, a estante. Gatuneio