via rômulo fróes

Não só a praia vai-e-volta
na beirinha da areia, mas todo
o mar, imagina o horror

um oceano de vir um passo
e voltar quarenta, pés náuticos

Assim quem é que chega?
O amor é que não.

Comentários

O Autor. disse…
às vezes me parece que seus poemas são reviravoltas estranhas ou brainstorms indiscriminados que culminam num ou dois pares de puta versos... não que este poema não faça sentido, na verdade, é bem "narrativo na medida do possível", mas é que os dois puta versos finais me lembraram de uma possível poética suricateana... e me agradaram...
O Autor. disse…
outra coisa: o "Trabalhar cansa"... meu orientador faz pela metade do preço (metade do preço = 30 contos de réis)... e sabe do que mais??? Está concorrendo ao Jabuti da tradução... oooooopppppppppaaaaaaaaaaaa.... rsrsrs... Me fala se tu quer, eu vou comprar um pra mim tb...
Bruno de Abreu disse…
um murro tão mas tão cruel o último verso.

o poema inteiro ficou muito bom! ele "causou" do começo ao fim. adorei.
juan salazar disse…
simples, deslocado e bonito.

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